O que comer antes de treinar, sem complicar

Por que a resposta depende do horário e do tipo de treino, o que costuma cair mal e por que treinar em jejum não serve para todo mundo

Esporte e Energia4 min de leitura
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Resumo executivo: A pergunta é simples e a resposta depende de algumas coisas. Neste post você entende por que o tempo entre a refeição e o treino muda tudo, o que costuma cair mal, quando treinar em jejum faz sentido e quais sinais indicam que a energia está insuficiente.
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    Fruta e garrafa de água ao lado do tênis de corrida

    É uma das perguntas mais feitas em consultório, e a resposta honesta começa com outra pergunta: você treina que horas, por quanto tempo e com qual intensidade.

    Não existe uma refeição pré-treino universal. O que existe são alguns princípios que funcionam para quase todo mundo. Neste texto você vai entender quais são.

    O tempo entre a refeição e o treino muda tudo

    Quanto mais perto do treino, mais leve e mais fácil de digerir precisa ser o que você come. Com bastante intervalo, uma refeição completa funciona bem. Com pouco intervalo, a mesma refeição vira desconforto.

    É por isso que quem treina cedo de manhã e quem treina depois do trabalho precisam de estratégias diferentes, mesmo fazendo exatamente o mesmo treino.

    A pergunta certa não é o que comer, é quanto tempo eu tenho antes de treinar.

    O que costuma cair mal

    Refeição muito volumosa perto do treino é a queixa mais comum, seguida de alimentos muito gordurosos, que demoram mais para sair do estômago.

    Excesso de fibra logo antes também costuma incomodar em treino intenso, principalmente na corrida. Não porque fibra seja ruim, mas porque o momento não ajuda.

    E existe o clássico que todo mundo já viu dar errado: testar comida nova no dia da prova.

    Refeição simples servida antes do treino

    Treinar em jejum serve para todo mundo?

    Não. Para algumas pessoas, em treinos leves e curtos, funciona bem e é confortável. Para outras, o rendimento cai, a tontura aparece e o treino vira sofrimento.

    Em treino longo ou intenso, treinar sem nada costuma prejudicar a qualidade da sessão e a recuperação depois. E, ao longo do tempo, comer bem abaixo do que a carga de treino exige cobra caro.

    Cansaço que não passa, lesão que repete e queda de rendimento podem indicar energia insuficiente para o treino. Isso pede avaliação, e não mais disciplina.

    Quando procurar uma nutricionista

    Quando você quer organizar as refeições em volta do treino sem transformar isso em um segundo trabalho. Quando o rendimento caiu e você não sabe por quê. Ou quando o cansaço não passa nem com descanso.

    Alguns sinais pedem avaliação médica: fadiga persistente, lesão de repetição, queda importante de rendimento ou parada da menstruação em quem treina.

    Este texto é informativo e não substitui uma consulta individual. Só um profissional pode avaliar o seu caso.

    Converse com uma nutricionista

    Organizar a alimentação em volta do treino é bem mais simples do que parece quando alguém olha a sua rotina de verdade, com o seu horário e o seu tipo de treino.

    Na Raiz Nutrição o atendimento é conduzido por Helena Barcellos, nutricionista com inscrição ativa no CRN-2 e formação em Nutrição Comportamental. Conheça a página de nutrição esportiva e agende a sua consulta pelo WhatsApp. Atendimento individual em Porto Alegre, no bairro Menino Deus.

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    Helena Barcellos
    Nutricionista, CRN-2 00000. Atende em Porto Alegre, com pós-graduação em Nutrição Clínica e formação em Nutrição Comportamental.